terça-feira, 11 de janeiro de 2011


Presidenciais



O que eu gostaria do ouvir um jornalista perguntar a qualquer dos candidatos: "Qual a sua atitude para com o Sr. Presidente do Conselho de Ministros se fôr eleito?" Pergunta feita ao General Humberto Delgado na apresentação da sua candiadtura á Presidência da República. A resposta que eu gostaria de ouvir de qualquer dos candidatos: "Óbviamente, demito-o". Resposta dada pelo General sem medo. O candidato que hoje, tivesse a mesma coragem, no mesmo dia ganhava o meu voto. De não ser com um candidato deste calibre, vamos continuar com a mesma palhaçada de sempre.

Armindo Cardoso

A coragem que falta

No tempo da candidatura do General Humberto Delgado, 1958, ele prometeu que se fosse eleito a 1ª coisa que faria era demitir o 1º Ministro António de Oliveira Salazar. Com razão ou não, dependendo do ponto de vista, a verdade é que teve a coragem de assumir uma posição clara e inequívoca. Agora, não vejo qualquer dos candidatos com a mesma coragem, ou será que todos estão muito contentes com o governo de José Sócrates? E se o estão, porque será? Provávelmente terão "comido todos á mesma mesa" estes anos todos. Por isso...

Armindo Cardoso

sábado, 1 de janeiro de 2011

A Direção-Geral da Saúde vai entregar ao Governo o relatório que avalia o impacto da lei do tabaco na saúde dos portugueses e que propõe medidas "mais exigentes" para melhorar a qualidade do ar nos espaços públicos fechados.

Notícia do Público de 1 de Janeiro de 2011


Como de trocar opiniões e discutir opções passa-se fácilmente ás ofensas, vou arriscar a ter uma "conversa civilizada" sem que ninguém me ofenda. Quanto á liberdade de fumar, cada um é que sabe, desde que isso não afecte terceiros. Por alguma razão se diz: "A liberdade de uns acaba onde começa a dos outros". No entanto, também há um ditado que pode ajudar a que se consiga um entendimento entre quem quer fumar e não quer e que é: "Quem está mal muda-se". Por outro lado na casa de cada um manda quem é dono, só lá vai quem é convidado e/ou quer. Por último, a educação é uma boa conselheira, por isso, se respeitarmos estas simples regras, cada um no seu lugar e sem incomodar ninguém, respeitando-se uns aos outros, todos poderão fazer o que querem sem dramas existenciais, isto é, os que querem fumar continuarão a fazê-lo e os que não querem, continuarão a não fazê-lo. De uma coisa poderemos ter a certeza, quer fumando quer não, a todos chegará a nossa hora e mais, teremos sempre um lugar á nossa espera, em princípio sem fumo e para a eternidade. Mas há muito mais na vida, enquanto cá andarmos, com que nos preocupar, por exemplo: A fome que é mais nefasta que o tabaco e mata mais gente todos os anos, principalmente crianças. O alcool que mata nas estradas, provoca distúrbios graves comportamentais, destroi famílias, provoca doenças do fígado mortais, etc., sendo muito pior que o tabaco e causando maiores despesas no SNS que o fumo do tabaco. E muitos outros maiores problemas como a guerra e suas consequências, as crianças soldados, o tráfico de armas e de drogas duras, a criminalidade, a pobreza, o analfabetismo, a corrupção, o desemprego, a ganância dos operadores de mercado, etc., etc., etc., que nos deviam prender a atenção e onde poderemos perder mais justificadamente o nosso tempo a encontrar as soluções apropriadas aos problemas primordiais do nosso Portugal, da Europa da qual fazemos parte e do Mundo em geral. A questão do tabaco, assim como outros problemas do género, só servem para nos desviar as atenções do essencial, como aliás sempre interessou a este Governo fazê-lo. Fê-lo com a liberalização do abôrto, com o casamento gay, com as escutas telefónicas, com o caso Casa Pia, e com tantos outros temas que, como disse, só servem para desviar a nossa atenção. Bom ano para todos.
Armindo Cardoso

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Os comportamentos de agressividade protoganizado pelas nossas crianças, está piorando de dia para dia.
Segundo o Público de 8 de Dezembro de 2010, um profissional de saúde, coordenador da unidade de pedopsiquiatria do Hospital Garcia de Hora, onde são acompanhados mil doentes por ano, considera que "hoje as crianças têm mais comportamentos agressivos e reflectem o ambiente de crise vivido pelas famílias".

Não é novidade e isso já se vem verificando há anos. Os alertas e as denúncias têm sido feitas por algumas associações de pais, por professores e por mais pessoas ligadas ao ambiente escolar, quer pela sua profissão, quer por serem encarregados de educação de crianças em idade escolar.
A grande questão não é o dar-mo-nos conta da existência do problema. O cerne do problema é este facto que agora, mais uma vez, é descrito, não ter eco nos organismos competentes, nomeadamente no Ministério da Educação e nos Ministros/as que por lá têm passado que, teimosamente, continuam a não quererem encarar o problema de frente com a urgência necessária, pelo que, se continua a verificar um contínuo agravamento da situação.
Não sei do que se está á espera para se tomarem as medidas pertinentes. Provávelmente estamos á espera que os nossos filhos se tornem pequenos assassinos e elementos de gangs juvenis - como já vai acontecendo - para que se comece a fazer alguma coisa.
O facto deste profissional de saúde, ligado á área da pedopsiquiatria, levantar o problema, só vem reforçar aquilo que eu próprio há anos venho referindo e alertando.

Por outro lado, a destruição sistemática e contínua que o PS com a sua ideologia anti-família, tem vindo a fazer á célula familiar, com o retirar de diversos apoios ás famílias em geral, casamentos gays, liberalização de abôrtos a pedido, sem contar com o efeito destruidor que a exploração do homem pelo homem faz, obrigando o casal a ter que se desdobrar em sacrifícios e ao consequente abandono dos seus próprios filhos, devido ao número de horas as que ambos os pais são obrigados a estarem fora do seio familiar e, não poucas vezes, sujeitos a mais que um emprego, para conseguirem, ainda que modestamente, a subsistência da sua família, vem ajudar no mau sentido, ao que atrás foi referido no que respeita ás nossas crianças.

Se esta é a idéia de sociedade que o PS quer nos dias de hoje, com as consequentes agravantes no futuro, não pode continuar a Governar este País por mais tempo. É urgente mudarmos estas políticas e inverter o caminho para o abismo, não só no contexto económico, que é importante e factor de graves problemas sociais, mas também no contexto familiar, que é a base estrutural da nossa sociedade.

Armindo Cardoso
Notícia do Público dia 8 de Dezembro de 2010 na página do facebook:
Casos de agressividade entre pré-adolescentes aumentam, alerta especialista. http://www.publico.pt/
O coordenador da unidade de pedopsiquiatria do Hospital Garcia de Orta, em Almada, onde são acompanhados mil doentes por ano, considera que “hoje as crianças têm mais comportamentos agressivos e reflectem o ambiente de crise vivido pelas famílias”...

Meu comentário:

Tem piada, mas isso é uma coisa que já se vem verificando há anos. Os alertas e as denúncias têm sido feitas por algumas associações de pais, por professores e por mais pessoas ligadas ao ambiente escolar, quer pela sua profissão, quer por serem encarregados de educação de crianças em idade escolar. A grande questão não é o dar-mo-nos conta do problema, o cerne da questão é o problema não ter eco nos organismos competentes, nomeadamente no Ministério da Educação e nos Ministros/as que por lá têm passado que, teimosamente, continuam a não quererem encarar o problema de frente com a urgência necessária, pelo que, se continua a verificar um contínuo agravamento da situação. Não sei do que se está á espera para se tomarem as medidas pertinentes. Provávelmente estamos á espera que os nossos filhos se tornem pequenos assassinos e elementos de gangs juvenis - como já vai acontecendo - para que se comece a fazer alguma coisa. O facto deste profissional de saúde, ligado á área da pedopsiquiatria, levantar o problema, só vem reforçar aquilo que eu próprio há anos venho referindo e alertando.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Portugal está “insolvente” e terá de pedir ajuda, diz o Citigroup - Economia - PUBLICO.PT

Sabemos que as asneiradas foram muitas, que a incompetência foi para além do admissível, que provávelmente ninguém irá sentar-se no banco dos réus, mas estão todos desejando que Portugal se afunde mesmo, e quanto mais depressa melhor. Afinal quem é que vai lucrar com isso? Óbviamento o sistema financeiro, o mesmo que provocou a crise e que foi ajudado pelos diversos Estados com a injecção de muitos milhões, biliões de euros e dollars dos impostos pagos pelos cidadãos, aos quais agora se lhes continua a pedir que paguem a crise. Cambada de ladrões é o que são. Armindo Cardoso
Assassinato da 1ª mulher chefe de polícia no México.

Lembro-me de quando foi dada a notícia da sua nomeação, ter dito que não ia durar muito tempo até que fosse assassinada. Infelizmente tive razão. Isto é o que acontece quando um Estado deixa o crime evoluir sem controle. Quando se lhe quer pôr termo, tem-se que fazer como no Rio de Janeiro. Oxalá aqui em Portugal não cheguemos a estes extremos por falta de vontade política e incompetência do MAI. Mas com a falta de cursos para entrada de novos polícias, com a forma como as nossas leis penais encaram o criminoso, com todas as benesses que são dadas nas prisões aos criminosos de crimes violentos, á deficiente educação a começar nas primárias e a outras políticas pouco adequadas a uma boa segurança - falta de policiamento de proximidade, poucas viaturas em condições, falta de coletes á prova de bala, boas armas, etc. -, parece-me que caminhamos a passos largos para vivermos tempos idênticos aos do Brasil, México e outros.

Armindo Cardoso