quinta-feira, 14 de abril de 2011

A Inviabilização do empréstimo a Portugal


Independentemente das razões que assistem ao povo da Filândia ou a qualquer outro do espaço Europeu, há uma coisa que, pelos vistos, ainda há muita gente não compreendeu. O Mundo está em mudança constante, as esferas de influência e geo-estratégicas, quer militar quer económica, estão a passar para outras áreas do globo, com isso quero dizer que, se a Europa não começa a agir como uma verdadeira união, virá o momento em que ficaremos entre a "espada e a parede", que é o mesmo que dizer que ficamos "entalados" entre a Ásia - com a China á cabeça - e a América - com os U.S.A. no comando -. Será isso que os Europeus querem, sem depois poderem ter uma voz activa e participativa nos destinos globais? Se é isso, só posso lamentar as vistas curtas desta Europa envelhecida de preconceitos e arruinada e os seus políticos que não têm visão do futuro e que não estão a saber defender as gerações Europeias do futuro. A continuar assim, não seremos mais do que uma manta de retalhos de uns pseudo países que se querem afirmar neste Mundo global, mas que não terão qualquer fôrça, quer militar quer económica, que possa sustentar as suas ambições e estabilidade.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

-Terapia de Choque a Portugal -

Título de uma notícia na imprenssa de hoje - 11 de Abril de 2011 - que dava conta das privatizações que as organizações Internacionais - FMI e Europa - querem em Portugal e que me levou a escrever o seguinte comentário:

Em vez de procurarem gestores competentes e responsáveis, demitindo quem não tem capacidade e sem indemnizações pelo facto de serem demitidos - situação que não interessa -, prefere-se delapidar o pouco que ainda - de serem bem geridas as empresas -pode dar lucro ao Estado. Não discuto a necessidade de o fazer dado o estado a que deixaram chegar este País. Mas pergunto: Não terá tido mesmo que ver com um propósito bem definido, com uma estratégia concertada pelos vendidos aos interesses internacionais e ao capital estrangeiro e apátrida, para que a situação chegasse ao ponto a que chegou, com o objectivo de posteriormente se acabar por verificar a extrema necessidade de uma decisão de delapidar o pouco que ainda temos? Quiseram acabar e acabaram, pós 25 de Abril, com os Estados Ultramarinos e com o comércio que mantínhamos com esses Estados, com a desculpa de não quererem a guerra, coisa que eu também não queria, acabaram precipitadamente e na confusão criada e generalizada de entregarem os mesmos ao controlo de outros Países, como Rússia, através de Cuba, China e Estados Unidos que ansiavam por pôr os pés lá, e fizemos a vontade a outros países invejosos, como o Reino Unido, França, Holanda, Alemanha, Bélgica, que já tinham perdido as suas provícias ultramarinas e não conseguiam aceitar que Portugal, que não tratava os povos dessas regiões como outros povos colonizadores o fizeram durante o seu período colonial, como por exemplo Inglaterra na India, ou na África do Sul, continuasse nessas regiões, ainda por cima conseguindo aguentar-se numa guerra em várias frentes, não movida pelos povos em geral, mas sim por uma quantidade de mercenários, a soldo precisamente de alguns desses Países, com uns chefes á cabeça, que mais não eram do que bandidos uns e outros ingratos que tinham andado a estudar em Portugal á conta do Estado contra o qual quiseram, depois de servidos, entrar em confronto com quem lhes deu a "mão"; também pós 25 de Abril, acabaram com a grande indústria que havia em Portugal, afugentaram quem tinha dinheiro e dava emprego, fazendo a população em geral, acreditar que todos podiam ser ricos e patrões, não necessitando de receberem ordens de ninguém, viu-se o resultado; continuaram ao longo dos anos o seu trabalho de destruir Portugal, a fazerem-nos ficar sem agricultura, sem as pescas, a darem todos os passos necessários com o intuito de fazerem fechar muitas das pequenas e médias empresas, obrigando a um aumento do desemprego, cujo objectivo é o de poderem contratar a melhor preço os possíveis novos trabalhadores e, pelo medo de perderem os seus postos de trabalho, fazerem aceitar pelos antigos, as condições que querem impôr; por outro lado, fazem com que a concorrência das pequenas e médias empresas termine, ficando as grandes empresas quase com os monopólios dos serviços, da industria e comércio, da distribuição, telecomunicações e, agora, até nas energias alternativas, etc., etc.. Depois, como se isso não fosse suficiente, trataram de nos empurrar para uma situação de dependência do subsídio, em vez de apoiar quem de facto queria trabalhar e empreender, com que propósito? Não foi por causa da preocupação social, não, - claro que nestas histórias haverão sempre pesssoas muito bem intencionadas - mas para mim foi com um propósito mais bem engendrado, foi para nos colocar numa situação de dependência do Estado para que não tenhamos vontade de protestar, com medo de se perderem essas regalias. Daí que, os tais vendidos, foram podendo fazer o que quiseram deste País sem grandes lutas contra o facto, não fossem perder o direito aos tais subsídios. Eles eram subsídios para não produzirem, eram dados por se chovia, se não chovia, se havia seca, se alguém era filho de uma pessoa do círculo de amizades que interessavam, ou estava disposto a largar alguma "comissão", mesmo que a ideia não fosse funcionar, lá havia mais um subsídio á espera para o "artista",enfim, ao longo dos anos, foi de facto um "ver se te avias". Depois, foi-se habituando as pessoas ao crédito fácil, na boa vida com pouco dinheiro - por isso a facilidade no crédito -fazendo crer a todos no emprego seguro para toda a vida, para alguns anos depois, criarem esta situação de crise e agora, tiram tudo deixando uma quantidade enorme de pessoas na desgraça. Sinceramente não acredito em tamanha incompetência, nem meninos de escola faziam tão grande asneirada, por isso, para mim, continuo a dizer, fomos alvo de uma conspiração concertada pelos traidores a esta Nação. Resumindo, creio que quem nos governou nestes últimos anos pós 25 de Abril, não foram Portugueses, foram antes mercenários ao serviço do poder estrangeiro da Europa e da América, sem contar claro, da Rússia antes da queda do Muro de Berlim. E, agora, que a China entrou na corrida pelo controlo da Europa, vamos ver que traidores vão andar por aí a entregar a Europa á China. Estamos começando bem em Portugal, basta ver a quantidade de lojas chinesas e a quantidade de produtos oriundos da China, sem contar com as viagens que já foram feitas dos nossos governantes com empresários, - tudo pago pelo contribuinte -, para irem procurar novas oportunidades de negócio, como se cá não fossem necessários investimentos. Como disse e volto a repetir, é demasiada incompetência junta para que eu acredite, que haja alguém tão burro que não veja o que anda a fazer.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O Pedido de ajuda externa


O que mais me desgosta nesta situação toda é que, esta cambada de amostras de políticos, já deviam, há muito, ter tomado as decisões que evitariam esta situação. Como todas as medidas que são necessárias são impopulares, os senhores socialistas nunca as quiseram tomar. Agora, que o dinheiro já começava a faltar, preferiram que viessem as instituições de fora, dizer o que precisamos de fazer, para depois, esses mesmos socialistas que nos meteram nesta embrulhada, virem á televisão deitarem as culpas para tudo e todos, como se fossemos todos estúpidos, ignorantes e com falta de memória, que não saibamos muito bem o que se passou nestas últimas duas décadas. Só tenho pena que, os verdadeiros responsáveis não sejam julgados por gestão danosa, os ladrões que roubaram o erário público não sejam presos, e os especuladores detentores de produtos de 1ª necessidade, não sejam penalizados pela sua actuação especulativa, abusadora e gananciosa. O Socialismo só é bom, quando se tem e se pode gastar o dinheiro dos outros. Quando ele acaba, o socialismo acaba também. Agora, vamos ter que pagar por termos consentido tanto desperdício, tanto emprego na função pública, para dar lugar aos "boys" e ir mantendo os números percentuais do desemprego controlados, de dar tantos subsídios para nada se fazer, ou então, sem estarem controlados os dinheiros desses mesmos subsídios, de querermos fazer tanta obra, que só serviu para encher os bolsos dos accionistas das grandes empresas e dar trabalho aos estrangeiros, que ainda assim não deixaram de ser explorados e que, agora no desemprego, estão de mão estentida na Seg. Social, sem contar com os grandes ordenados que se pagaram a administradores á frente de empresas que davam, e continuam a dar, prejuízos em nome do serviço público e, para finalizar, vamos pagar por termos permitido que Empresas do Estado, que davam lucro e outras que, bem geridas, podiam dar lucro, terem sido entregues ao privado, deixando o Estado de ter receitas adicionais que ajudassem a equilibar as contas públicas. Vendeu-se o bom, ficou-se com o que não interessa por estar mal gerido - e esse é o propósito, dar prejuízo, para o Estado acabar por ser obrigado a entregar ao privado que, depois, já consegue tirar lucro - e agora, vamos ter que pagar por todas as mordomias, e pela incompetência destes "aprendizes de feiticeiros", que nos quiseram governar desgovernando-nos e, com o todo o descaramento possível e sem qualquer vergonha, nos mentiram ao longo destes anos todos.

sexta-feira, 4 de março de 2011

EDP - A ladra que nos rouba

O título que escolhi para escrever sobre a EDP pode parecer duro demais para qualificar o que esta empresa faz em Portugal, mas não é. Senão vejamos. Esta empresa tem tido ao longo dos anos várias facilidades para expandir e desenvolver o seu negócio, mas só vou mencionar algumas das mais evidentes: Utiliza o espaço territorial pertencente ao Estado Português, que somos todos nós; retira dos rios, que são de todos, a energia que depois nos vende; tem tido elementos da sua administração a fazer parte de diversas comitivas governamentais quando são feitas deslocações ao estrangeiro, na procura de novas oportunidades para empresas Nacionais, que são pagas por todos nós; aumentou os preços das facturas ao consumidor para procurar capital adicional para investir no estrangeiro e também para investir nas energias alternativas; continua impunemente a aumentar, a seu critério, o valor das facturas ao consumidor, numa procura incessante de acumular lucros fabulosos, eu diria quase escandalosos e imorais, perante as dificuldades que todos sabemos, que o País atravessa. Estas facilidades, adicionadas ao comportamento algo ditatorial que utiliza, no seu relacionamento com os seus clientes, são para mim mais que evidentes, sendo que, ainda tem quase completamente o monopólio da energia eléctrica em Portugal, estando a tomar a dianteira - mais outra facilidade - no campo das energias alternativas através do valor que injustamente é pago a mais nas facturas da electricidade e que é redireccionado para outros investimentos nessas energias. Não tenho nada contra uma empresa que seja lucrativa, através de uma boa gestão e de uma boa visão estratégica no que concerne aos investimentos que faz, e ao caminho que traça para o seu desenvolvimento futuro. O que eu já não concordo é com uma gestão que é feita apenas na procura incessante do aumento dos lucros, apenas para satisfação dos seus accionistas, numa área em que é quase monopolista, pagando a gestores e administradores valores principescos, além dos falados bónus anuais, ou não. Depois de toda esta reflexão, que é feita pelo conhecimento de causa que tenho sobre a EDP, não posso de maneira nenhuma estar de acôrdo com as margens de lucro desta empresa. Vem há dias o Sr Mexia dizer que o lucro divulgado na comunicação social acontece pela bom desempenho da empresa no estrangeiro. Pois até pode sêr, aliás, não tenho motivo para não acreditar que não seja assim. Pergunto então: E o que ganha o nosso País, com tais investimentos no estrangeiro, feitos por uma empresa que nos suga o que pode e o que não deve? Sei que os investimentos necessários são sempre muito avultados, mas que tipo de apoios são disponibilizados pelo Estado Português? Não contam para nada? O valôr dos custos de produção são assim tão grandes que nos tenham que cobrar a electricidade ao preço que nos é cobrada, quer no particular, quer nas empresas? Ou apenas a percentagem de lucro é adicionada simplesmente na mira daquilo que já referi anteriormente, na busca pura e simples da acumulação de lucros fabulosos? Qual é então a margem de lucro que é posta em cima dos custos de produção? E nesses custos de produção, não haverá algum tipo de desperdício que nos obrigam a nós a pagar, nas tais facturas da electricidade? Sem contar com todas estas dúvidas, e com aquilo que julgo saber, ainda há uma atitude do tipo ditatorial que esta empresa exerce sobre todos os seus clientes que se revela da seguinte forma: Uma factura vem para pagamento até determinado dia que, por coincidência (?), é a pouco mais de meio do mês. O cliente não paga logo e é dado a ordem de corte poucos dias depois. Mesmo que o cliente pague, se o computador da empresa já tiver emitido a ordem de corte, ainda que a electricidade não tenha sido cortada, exigem para além do valor da factura, uma verba adicional de 26 euros e alguns trocos, para religar a luz. Ora bem, isto é quase a mesma coisa que pôr o pé no pescoço de um moribundo, sabendo nós das dificuldades que se estão a atravessar. Por outro lado, esta empresa que dá uma imagem cá para fora, de competência, honestidade, seriedade e de ter um bom relacionamento com os seus clientes, não consegue distinguir o cliente que paga sempre, mas que em determinada altura se descuida, ou que, por qualquer dificuldade momentânea, se atrasa com o pagamento, com um outro que continuamente se descuida, se atrasa, ou pura e simplesmente não paga por se querer escapar a esse pagamento. Como se pode dizer, fazem pagar o justo pelo pecador, o que revela um tratamento algo impessoal e descuidado, mostrando uma falta de respeito, por quem anos a fio, vai pagando a sua factura, mesmo que, algumas vezes, ao longo desses anos, fora de prazo. Eles sabem que têm nas mãos um dos bens de primeira necessidade mais preciosos ao desenvolvimento e bem estar da sociedade, bem como ao desenvolvimento e crescimento da economia do País, por isso, fácilmente tomam a decisão de cortar ou mandar cortar a energia, assim que há um atraso no pagamento de uma factura. Por outro lado, sabem que, se qualquer cliente quiser ir a tribunal para dirimir qualquer questão em que se sintam prejudicados, pela complicada, demorada e cara justiça que temos, a maioria nem sequer vai avante com qualquer iniciativa que preveja esse caminho. Já a EDP, porque tem advogados avençados ou pagos mensalmente ao serviço da mesma, é-lhes mais fácil pôr qualquer cliente sentado no banco dos réus, mesmo que a razão não esteja totalmente do lado da empresa. A isto eu chamo abuso de poder e comportamento ditatorial. Poderia continuar a encontrar motivos para que, uma empresa como a EDP, na minha opinião, não devesse saír da esfera do controle do Estado Português, mesmo que, para isso, tivesse que haver uma nacionalização. Fazia muito mais sentido uma nacionalização numa empresa como a EDP, do que aquela nacionalização feita ao BPN, só que não vejo que se tomem as iniciativas adequadas para que o controle de um bem tão precioso como a energia, esteja exclusivamente nas nossas mãos, ou seja, nas mãos do Estado Português. Como outros negócios que por aí há, este é um daqueles a que eu chamaria de "negócio da China", que, sabe-se lá porquê - é claro que eu sei -, é entregue injustificadamente nas mãos de especuladores e gananciosos, sem ética ou moral de qualquer tipo, com a única preocupação de encherem desmesuradamente os bolsos á conta de todos nós.

Armindo Cardoso

terça-feira, 11 de janeiro de 2011


Presidenciais



O que eu gostaria do ouvir um jornalista perguntar a qualquer dos candidatos: "Qual a sua atitude para com o Sr. Presidente do Conselho de Ministros se fôr eleito?" Pergunta feita ao General Humberto Delgado na apresentação da sua candiadtura á Presidência da República. A resposta que eu gostaria de ouvir de qualquer dos candidatos: "Óbviamente, demito-o". Resposta dada pelo General sem medo. O candidato que hoje, tivesse a mesma coragem, no mesmo dia ganhava o meu voto. De não ser com um candidato deste calibre, vamos continuar com a mesma palhaçada de sempre.

Armindo Cardoso

A coragem que falta

No tempo da candidatura do General Humberto Delgado, 1958, ele prometeu que se fosse eleito a 1ª coisa que faria era demitir o 1º Ministro António de Oliveira Salazar. Com razão ou não, dependendo do ponto de vista, a verdade é que teve a coragem de assumir uma posição clara e inequívoca. Agora, não vejo qualquer dos candidatos com a mesma coragem, ou será que todos estão muito contentes com o governo de José Sócrates? E se o estão, porque será? Provávelmente terão "comido todos á mesma mesa" estes anos todos. Por isso...

Armindo Cardoso

sábado, 1 de janeiro de 2011

A Direção-Geral da Saúde vai entregar ao Governo o relatório que avalia o impacto da lei do tabaco na saúde dos portugueses e que propõe medidas "mais exigentes" para melhorar a qualidade do ar nos espaços públicos fechados.

Notícia do Público de 1 de Janeiro de 2011


Como de trocar opiniões e discutir opções passa-se fácilmente ás ofensas, vou arriscar a ter uma "conversa civilizada" sem que ninguém me ofenda. Quanto á liberdade de fumar, cada um é que sabe, desde que isso não afecte terceiros. Por alguma razão se diz: "A liberdade de uns acaba onde começa a dos outros". No entanto, também há um ditado que pode ajudar a que se consiga um entendimento entre quem quer fumar e não quer e que é: "Quem está mal muda-se". Por outro lado na casa de cada um manda quem é dono, só lá vai quem é convidado e/ou quer. Por último, a educação é uma boa conselheira, por isso, se respeitarmos estas simples regras, cada um no seu lugar e sem incomodar ninguém, respeitando-se uns aos outros, todos poderão fazer o que querem sem dramas existenciais, isto é, os que querem fumar continuarão a fazê-lo e os que não querem, continuarão a não fazê-lo. De uma coisa poderemos ter a certeza, quer fumando quer não, a todos chegará a nossa hora e mais, teremos sempre um lugar á nossa espera, em princípio sem fumo e para a eternidade. Mas há muito mais na vida, enquanto cá andarmos, com que nos preocupar, por exemplo: A fome que é mais nefasta que o tabaco e mata mais gente todos os anos, principalmente crianças. O alcool que mata nas estradas, provoca distúrbios graves comportamentais, destroi famílias, provoca doenças do fígado mortais, etc., sendo muito pior que o tabaco e causando maiores despesas no SNS que o fumo do tabaco. E muitos outros maiores problemas como a guerra e suas consequências, as crianças soldados, o tráfico de armas e de drogas duras, a criminalidade, a pobreza, o analfabetismo, a corrupção, o desemprego, a ganância dos operadores de mercado, etc., etc., etc., que nos deviam prender a atenção e onde poderemos perder mais justificadamente o nosso tempo a encontrar as soluções apropriadas aos problemas primordiais do nosso Portugal, da Europa da qual fazemos parte e do Mundo em geral. A questão do tabaco, assim como outros problemas do género, só servem para nos desviar as atenções do essencial, como aliás sempre interessou a este Governo fazê-lo. Fê-lo com a liberalização do abôrto, com o casamento gay, com as escutas telefónicas, com o caso Casa Pia, e com tantos outros temas que, como disse, só servem para desviar a nossa atenção. Bom ano para todos.
Armindo Cardoso