terça-feira, 4 de outubro de 2011

Vejam bem os motivos que levaram ao golpe que pôs a República no lugar da Monarquia.

A Implantação da República Portuguesa foi o resultado de um golpe de estado organizado pelo Partido Republicano Português que, no dia 5 de outubro de 1910, destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal. A subjugação do país aos interesses coloniais britânicos, os gastos da família real, o poder da igreja, a instabilidade política e social, o sistema de alternância de dois partidos no poder (os progressistas e os regeneradores), a ditadura de João Franco, a aparente incapacidade de acompanhar a evolução dos tempos e se adaptar à modernidade — tudo contribuiu para um inexorável processo de erosão da monarquia portuguesa do qual os defensores da república, particularmente o Partido Republicano, souberam tirar o melhor proveito. Por contraponto, o partido republicano apresentava-se como o único que tinha um programa capaz de devolver ao país o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso. Após a relutância do exército em combater os cerca de dois mil soldados e marinheiros revoltosos entre 3 e 4 de outubro de 1910, a República foi proclamada às 9 horas da manhã do dia seguinte da varanda dos Paços do Concelho de Lisboa. Após a revolução, um governo provisório chefiado por Teófilo Braga dirigiu os destinos do país até à aprovação da Constituição de 1911 que deu início à Primeira República. Entre outras mudanças, com a implantação da república, foram substituídos os símbolos nacionais: o hino nacional e a bandeira.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Afinal foram precisos 800 anos -, mais coisa menos coisa, para a Monarquia ter chegado até ao estado que dizem a que chegou no princípio do século passado. Mas com a República, apenas precisámos de 100 anos - para chegar ao estado em que estamos.

Perdemos o Império Colonial/Estados Ultramarinos com 500 anos, a troco de nada, só para fazer a vontade aos traidores e á comunidade Internacional invejosa e sedenta das riquezas de Angola e dos demais territórios, estamos subjugados ao poder financeiro internacional e da Alemanha/Europa, venderam-nos ilusões que alguns compraram - uns conscientes do que faziam mas também conscientes do que estavam a meter ao bolso e outros, pura e simplesmente, foram enganados -, temos uma aparente incapacidade de nos modernizarmos na educação, na segurança, na economia, na agricultura, nas pescas, temos dificuldades em quase todo o sistema produtivo, temos um sistema de alternância de quase e apenas dois partidos, - bom, ás vezes, lá no meio aparece o CDS/PP -, etc.,

Apenas precisámos de 100 anos, para estarmos numa situação semelhante, ou como quem diz, outra vez na mesma m....

Não será hora de mudarmos mais uma vez?


ANIVERSÁRIO DA REPÚBLICA






Amanhã comemora-se mais um aniversário da implantação da República. Para uns foi o melhor que aconteceu ao País, para outros nem uma coisa nem outra e, para alguns, está na hora de mudar. Quanto a mim, VIVA A MONARQUIA, que esta República das bananas já está decrépita, caduca, gasta, etc., etc.. Mais a mais, apesar de tanto falarem em democracia, não deixam o povo pronunciar-se se querem seguir com esta República ou se querem uma mudança de regime, de tal forma que até incluiram isso na Constituição Portuguesa, não fosse o "diabo tecê-las". Que rica Democracia!!!! Claro, não convém. Não vá o povo pedir para voltar à Monarquia. É que, com Presidentes partidários há tantos anos, que defendem os seus interesses e os dos seus correligionários partidários, com o objectivo de ganharem eleições para permanecerem o mais tempo possível no "poleiro", se calhar fazia falta um Rei português, decendente de portugueses, com tradição familiar ligada á história do País e aos valores morais da Nação Portuguesa, patriota, que defenda o povo todo, do Minho ao Algarve, dos Açôres á Madeira, mas sem partido e sem necessidade de jogos obscuros para ganhar eleições que perpetuem, pelo máximo de tempo possível, a sua estadia no "poleiro". Um Rei, numa Monarquia moderna dos dias de hoje, não precisa disso. O Rei apenas deve ter, e tem com toda a certeza, como único interesse e objectivo, defender o seu povo e o seu País, não os eleitores afectos ao, ou aos partidos que o apoiam.






Armindo Cardoso

sábado, 9 de julho de 2011

O Jantar Convívio do CDS/PP de Odivelas




Costuma-se dizer que quem não sente, não é filho de boa gente e, como me sinto filho de boa gente, não deixei de sentir. Gostei do convívio e de todo o cenário de marketing, próprio de quem sabe o que faz mas, lamentávelmente, tive que me confrontar com o facto de que, a Concelhia de Odivelas, segundo me pareceu quererem fazer crer, apenas nasceu há um ano, apesar de ela existir há mais de 9 anos. Presenciei, com agrado, o reconhecimento a pessoas que, devido ao seu trabalho nos últimos meses e não só, mereceram essa distinção, mas também tive que presenciar, essa mesma distinção a alguém que, na minha opinião e com conhecimento de causa, julgo que não a merece. Pergunto-me porquê, mas não encontro uma resposta razoável e pláusivel. A idéia de distinguir elementos, que nos ajudam e connosco colaboram, quer sejam ou não militantes do CDS/PP, façam ou não parte da Comissão Política Concelhia parece-me realmente pertinente e interessante. Já não me parece tão pertinente e interessante, que sejam esquecidas as pessoas que, antes da actual Comissão Política Concelhia, trabalharam e lutaram ao longo dos anos, com todas as dificuldades que advêem da falta de meios e não só, para trazer o CDS/PP até ao momento em que, a responsabilidade de seguir com a Concelhia, foi entregue á actual C.P.C.. Gostei de quase tudo, mas continuo a achar que não se deve de esquecer o passado e o percurso feito pelo CDS/PP, nos anos anteriores desde a formação da Concelhia, no ainda recente Concelho de Odivelas. Valeu o discurso da deputada Teresa Caeiro que relembrou, e muito bem, que, apesar de o CDS/PP ter tido um execelente resultado no Concelho de Odivelas nestas últimas eleições legislativas, esse resultado também ter sido, e muito, fruto de todo um trabalho excepcional, feito a nível Nacional pelo CDS/PP e, em especial, pelo nosso Presidente Paulo Portas e sua extraordinária equipa. Claro que, quando se faz alguma coisa, é natural que nem tudo saia como todos gostamos ou desejamos. No entanto, por uma questão de justiça, enquanto eu andar por cá, tentarei que não sejam esquecidos os que, antes, também por cá passaram, trabalharam, deram o seu tempo ao partido, se esforçaram e que também são merecedores de serem recordados. Talvez tenham sido situações semelhantes á vivida neste jantar, e outras tomadas ao longo dos últimos tempos, que me levaram a presenciar, em plena Assembleia de Freguesia de Caneças do passado dia 30/06/2011, através de um eleito do PS de nome Miguel Ramos, a propósito de uma moção apresentada á Assembleia de Freguesia, assim como uma pergunta e uma recomendação feitas ao executivo da Junta, por parte da bancada do CDS/PP, através da sua eleita Laurinda Cardoso, a surpresa, desse mesmo elemento eleito do PS, pelo CDS/PP só há pouco tempo parecer existir. Isso não pode voltar a acontecer. Nem o CDS/PP, como um todo, merece, nem merecem todos os que, nos últimos anos, trabalharam e se esforçaram pela grandeza do partido, neste Concelho, e passaram por esta Concelhia. Há quem diga que na política a memória é curta. Pois assim parece.



Armindo Cardoso

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Agências de rating e os seus motivos




Acerca de mais uma descida feita pelas agências de rating, para quem ainda não tenha percebido, na minha opinião, tudo o que se possa dizer sobre as mesmas é só para nos "deitarem areia para os olhos". O que de facto está a acontecer é aquilo que eu há muito digo, e não só eu. O dollar - os americanos - tem interesse em desestabilizar o euro e quer ter a paridade, para que o euro não se torne a moeda corrente/priveligiada nos negócios internacionais e, enquanto não o conseguir, vai haver destes ataques á credibilidade, quer das dívidas soberanas, quer á credibilidade dos países da zona euro com mais exposição ao aumento do défice, por tempo indeterminado, excepto se se tomarem, como parece que se está a querer fazer a nível europeu, iniciativas para travar a credebilidade destas agências, ou regular os seus métodos. Lixo são as opiniões da meia dúzia de pseudo inteligentes, lacaios e vendidos ao sistema financeiro internacional comandado e orquestrado pelas grandes empresas internacionais Norte-Americanas, que trabalham nessas ditas agências. O que aqui se joga é uma luta pelo domínio do mercado financeiro internacional entre a Europa e a América, ou melhor dito, entre o Dollar e o Euro. Esperemos que os nossos políticos Europeus saibam a tempo e horas determinar as melhores formas de contra-atacar para evitar maiores estragos á economia Europeia e por arrasto, a de Portugal, Grécia e a de outros países mais fracos económicamente. Mas sinceramente, quanto a mim, já há muito o deviam ter feito, só estão a perder tempo, tempo esse, precioso.

Armindo Cardoso

segunda-feira, 6 de junho de 2011

SÓ ME GOZAM!




Parece-me que há muita gente com má memória. Devem comer muito "queijo", como se costuma dizer. Então não é que ouvi o Almeida Santos e outros, a dizerem que a culpa do PS ter perdido as eleições, deveu-se ao facto dos partidos envolvidos na Campanha e que ganharam as eleições, não mencionaram que o problema que enfrentamos, era devido á crise internacional? Ora bolas! Se no tempo de Durão Barroso já se sabia que estávamos de "tanga", não é caso para perguntar: E o que é que o PS fez para contrariar isso? Nada, claro, só agravou, quase que ficámos sem ela - a tanga -. Quando um governo é eleito é suposto fazer melhor que o anterior e, óbviamente, não foi isso que aconteceu. Aquilo que ouvi, é quase como dizer, que a culpa de se terem descoberto as vigarices com as sub-primes e as feitas pelo Madoff, foi pela existência da crise internacional. Por essa ordem de idéias, de não ser a crise, não ia haver problema nenhum, as "malandrices" podiam-se perpetuar. Só me gozam!!!!


Armindo Cardoso

sábado, 4 de junho de 2011

ESCAPA-SE-ME QUALQUER COISA



Alguém foge á polícia depois de ter sido mandado parar. Há uma perseguição e, nessa perseguição, um polícia dispara contra o veículo. Por "azar" a bala mata o fugitivo que não obedeceu á ordem das fôrças de segurança e o agente policial é condenado? Não entendo. Qual é a ideia que se quer passar á sociedade relativamente á nossa segurança/justiça? Que as nossas fôrças de segurança não devem cumprir com o seu dever, para o qual são pagas com os nossos impostos? Ou que se pode e se deve desrespeitar a autoridade das mesmas, para dar lugar a um aumento ainda maior da criminalidade? Os valores andam invertidos, ou então sou eu que já não percebo nada disto.


Armindo Cardoso
DIA DE REFLEXÂO


Hoje, véspera de eleições, é dia de reflexão. Pergunto-me a mim próprio para que serve essa reflexão. Os que querem votar vão votar, os que não querem não vão. Os que votam num partido como se de um clube de futebol se tratasse, vão votar naquele que sempre votaram, independentemente se esse partido e seu lider fizeram ou não um bom trabalho. Os que votam em consciência já sabem em quem votar. Ainda há os que são apologistas do voto útil, o tal que nos trouxe um País inútil. Os outros.... Bom, os outros, votarão em branco ou de "olhos fechados" o que quer dizer, á sorte. Por isso... Para quê um dia de reflexão?
Armindo Cardoso