segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Está bonito!

Várias coorporações de Bombeiros, espalhadas pelo País fora, á beira da falência, senão mesmo, falidas. Caso não se resolva a questão com a urgência que o assunto merece, estou mesmo a vêr o que vai acontecer, se não fôrmos consumidos pela crise, sê-lo-emos pelo fogo. Triste fado o nosso, logo agora que foi declarado património imaterial da humanidade.

Armindo Cardoso
Ironias da Política

Algumas portagens foram vandalizadas e já mereceu reunião do Ministro da Administração Interna, especialmente centrada na procura de soluções que travem o crime violento. Há anos, que os comerciantes de diversos ramos de negócio e a população em geral, são roubados, são vítimas de assaltos violentos, morrem ás mãos de gangs, alguns compostos por estrangeiros, e nunca ouvi, ou soube, que tivesse merecido, tal assunto, reunião destinada ao mesmo efeito: procurar soluções para travar o crime violento. São as ironias da política.
Armindo Cardoso

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011


Acerca das declarações do Vice-Presidente da Bancada do PS
Miguel Beleza diz que é para se esquecer e não ligar. Manuel Alegre diz que é preciso mais jovens com essa atitude irreverente e de protesto. Eu digo que não, nada disso, pelo contrário. Não só não devemos esquecer como não me parece uma atitude adequada a quem devia dar o exemplo aos nossos jovens. Foi na base de comportamentos desses, com o beneplácito das gerações anteriores, que temos hoje em dia uma falta de respeito instalada nas nossas escolas e na nossa vida social, bem como uma falta de responsabilidade existente para com os diversos actos que se cometem. Não é, de certeza, a melhor maneira de passarmos á gerações futuras, como nos devemos comportar. Protesto sim, quando não estamos de acôrdo com alguma coisa, mas não falta de respeito. Discussão democrática dos assuntos, é necessária, mas fugir ás responsabilidades assumidas, ainda para mais, quando fazemos parte de uma Nação, de um País, grupo, partido, ou do quer que seja que nos leva ou levou, através de sucessivos erros, aos problemas que requerem a nossa intervenção responsável, séria e honesta, não me parece exemplo a seguir.
Armindo Cardoso

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Será Loucura?

A loucura parece estar-se a espalhar no seio dos socialistas. Vem um e diz que pagar a dívida é coisa de crianças - claro que eu entendo o que quiz dizer -. Vem outro e diz que se deve ameaçar não pagar a dívida - também consigo entender -. Mas depois dizem que a dívida é para se pagar - o que também é de se perceber -. Bom, mas então em que é que ficamos? Devemos e pagamos, ou não devemos e não pagamos? A vêr se se põem de acôrdo. Quer dizer, pede-se dinheiro mais do que se pode pagar. Gasta-se mal e gere-se ainda pior - excepto para alguns - e depois diz-se que se deve ameaçar não pagar, ou é coisa de crianças? OK. Então proponho a todos os portugueses que comecem por não pagar o que devem ás finanças. Assim, de certeza, que não se vai ter dinheiro para se pagar o que se pediu e gastou, com a vantagem que ficará mais dinheiro para injectar na economia real. Estamos de facto a entrar numa era de loucura colectiva em que o honra, o dever, a seriedade, o cumprimento da palavra dada, e outras questões morais que sempre foram apanágio da nossa sociedade, já não fazem sentido.

Armindo Cardoso

terça-feira, 13 de dezembro de 2011


Irresponsabilidade ou incompetência?
 
A escola Barbosa du Bocage, sofreu obras de remodelação avaliadas em mais de 2 milhões de euros. Está com problemas diversos, um tecto que cai em determinado lugar, alunos que comem num pavilhão que é próprio para actividades fisicas, além de existirem outras questões anómalas num projecto destes. Pergunta-se, de quem é a culpa desta situação? Paulo Aido, vereador sem pelouro na C.M.O., no local, assegurou que a culpa é da Câmara. E eu acho que tem razão, pois o resultado que está á vista, não só é só responsabilidade de um projecto, talvez executado com alguma displicência, como é, e muito, resposabilidade de uma falta de fiscalização pelos serviços da C.M.O.. Assim se vão desperdiçando os dinheiros públicos. Quem paga? Nem preciso de responder, todos sabemos quem paga e quem não. Quem ganhou? Como muitos mais cidadãos, alunos e pais, eu não. Agora, que o dinheiro acabou, não só devido á má gestão governamental dos últimos anos, mas também como consequência da crise, teremos "ad aeternum" um problema para resolver, em que, todas as desculpas, servirão para perpetuar esta situação. Mas, quando chegar a hora das eleições, esperemos, como sempre, pelas promessas que, como já vai sendo hábito, não serão cumpridas. Cá estarei, se Deus quiser, para vêr.
 
Armindo Cardoso

sábado, 12 de novembro de 2011

A propósito de cortes
Estou a pensar que há cortes que não se podem simplemente fazer repentinamente, pois iriam agravar o desemprego numa escala muito mais grave daquela que existe e agravar a percariedade. O mal foi ao longo dos anos o Estado e as Empresas Públicas e Público/Privadas, terem sido sistemáticamente usadas como "almofada" para atenuar os efeitos nefastos das políticas económicas que se estavam praticando, além de servirem para colocar "boys" e darem de ganhar dinheiro aos amigalhaços da política. Agora não se pode cortar abruptamente sem mais nem menos. O desastre seria ainda maior. Mas suponho que a pouco e pouco se irá fazer, assim como os cortes nos ordenados chorudos dos administradores públicos e não só, nas reformas duplicadas e exageradas de certos senhores que, não indo resolver de imediato o nosso problema financeiro, serve, no mínimo, para criar uma sensação de melhor justiça, se é que assim se pode chamar. É certo que nem tudo está como queriamos que estivesse, eu próprio também sinto que queria vêr as coisas de outra maneira e algumas outras mais depressa feitas, mas não é de facto possível. A dimensão do desastre de mais de décadas de governação socialista e dos sucessivos erros de estratégia económico/financeira são tais que, como se sabe - nem sequer é só em Portugal -, atiraram-nos para um fosso demasiado fundo, do qual vai ser muito difícil sair, embora não seja impossivel. Temos que dar algum tempo ao Governo para mostrar o que vale. Uma vez que se deu tanto tempo a governos socialistas para nos destruirem, não será demais deixar este governar até ao fim da sua legislatura. Se bem que já estou adivinhando, este pede os sacrifícios, leva com a má fama e quando as coisas começarem a querer ficar melhores, por cansaço da população, vão outra vez pôr lá os socialista para estragarem tudo de novo. Esse é o meu maior medo. E, por arrasto, o CDS/PP vai levar com o epíteto de mau também, quando está a fazer um bom trabalho, podendo ser penalizado em próximos sufrágios.

sábado, 22 de outubro de 2011

SÓ ME GOZAM!!!
Ao desfolhar o Correio da Manhã de hoje, dei-me conta de um artigo de opinião de Rui Pereira, ex-governante do governo socialista, impresso na pág. 2 do dito periódico. O que me leva a escrever estas linhas não é por estar em desacôrdo com o que escreve dito senhor, no que respeita á forma como se portaram alguns dos "indignados" ou dos "portugueses á rasca", partido montras e recorrendo á violência gratuita para demonstrar o seu desagrado relativamente ás políticas de austeridade que estão desenhadas para o nosso futuro mais próximo. Também não o é por estar em desacôrdo quando diz que o erro do passado foi termos caido no exagero, e muito menos por dizer que se tem de garantir uma política económica que não se esgote no combate ao défice e ao endiviamento, continuando a dizer que é necessário contrariar o ciclo recessivo, desenvolvendo políticas que viabilizem o crescimento e favoreçam a nossa autonomia, nos sectores produtivos ou de interesse estratégico. Pois sim, acho que tem razão. No entanto, o motivo que me leva a escrever estas linhas é apenas para formular as seguintes perguntas: Onde estão as alternativas propostas? Então, como é, só criticas? E o resto? Por outro lado, também queria perguntar: Onde é que este senhor andou nos últimos anos? E por úçtimo, gostaria de lhe poder perguntar, assim como a muitos outros, o seguinte: Quando esteve no governo não podia ter contribuido para melhorar alguma coisa em vez de tudo ter piorado, inclusivamente a nossa segurança? Acabo dizendo que, conversa também eu a tenho, palavras bonitas basta ir ao diccionário procurá-las, mas propostas alternativas e concretas para melhorar o estado actual é que, pelos vistos, é mais difícil, não vejo nada.
SÓ ME GOZAM!!!!!!