sábado, 31 de dezembro de 2011

DESEJO UM BOM ANO PARA TODOS


Os anos passam e continuarão a passar. Ficam as memórias de um tempo bem vivido que, infelizmente, não pode voltar atrás. Mas muitos mais anos, espero, se seguem, mais acabarão por vir, se Deus quiser, diferentes, uns melhores, outros, nem por isso. A vida é como um livro que se lê, um desfolhar contínuo de páginas que se vão seguindo umas ás outras, onde a história se vai desenrolando, capítulo atrás de capítulo. Costuma-se dizer que recordar é viver. Eu diria antes que, só tem o que recordar, quem viveu. E eu, por sorte ou não, mas de certeza pela graça de Deus, vivi muitos e bons tempos. Por isso, espero que continue a vivê-los no futuro. Mas, como não sou egoísta, também quero desejar a todos/as um futuro cheio de coisas boas para, um dia, poderem ter o que recordar. Embora o futuro actualmente nos pareça incerto, com certeza que será melhor que o passado. É nisso que devemos acreditar. Nessa perspectiva, começo, para já, por desejar umas boas saídas e melhores entradas no novo ano de 2012 e tudo de bom que a vida vos possa dar. Especialmente saúde, porque, o dinheiro, esse vem e vai, podemos tê-lo e podem-nos roubar, podemos ganhar hoje e perder amanhã mas, a saúde, humm..., quando se a perde, pois, pois, não há dinheiro que a pague, meus amigos. De modo que, sou tentado a desejar, acima de tudo, saúde para todos/as, pelo menos tanta quanto a que eu tenho. Não, não se assustem, estou bem de saúde Graças a Deus.

Armindo Cardoso

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

VAMOS APRENDER A FALAR CHINÊS?
 
 
Há muito que tenho dito que, se na Europa, os políticos que nos governam, não souberem fazer adequadamente o seu - deles - trabalho, a médio prazo vamos todos ter que aprender a falar Chinês. Claro que é uma piada relativamente aquilo que eu prevejo no futuro. Mais a sério deirei que, das duas uma, ou saberemos conseguir estar no Mundo futuro, como uma potência Mundial, ou então não passaremos de ser um manto de retalho de pequenos países, que ficarão entalados entre o poder económico, político e militar, quer da América, com os U.S.A. á cabeça, quer da Ásia, com a China á frente. E atenção, que não ficaremos livres que nos façam o mesmo que fizeram ao Tibete. Por agora, os chineses apenas nos invadiram no comércio e, recentemente, apenas compraram parte da EDP, o que me leva a afirmar, com mais certeza, de que vamos ter mesmo que aprender a falar Chinês. Tenho pena de o ter que dizer, mas este políticos Europeus são uma verdadeira cambada de incompetentes, meninos e meninas da mamã, cheios de birrinhas próprias de egoistas e de atitudes pouco inteligentes no que respeita ao futuro da Europa, comportando-se, cada um deles, como não querendo saber do futuro das gerações vindouras, preocupando-se apenas com a política do imediato. Não só não estão a defender o legado dos nossos antepassados, como também não estão a defender os interesse de quem virá depois. Não posso deixar de o dizer: CAMBADA DE INCOMPETENTES, VENDIDOS AO PODER DO VIL METAL!!!
 
Armindo Cardoso

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Má idéia

Sempre ouvi dizer que é nas dificuldades que se vêem os grandes homens, neste caso, podemos também dizer, os grandes povos. Parece-me que não foi sem dificuldades que passámos 900 anos de História. Aconteceu, ao longo da nossa já longa história, muito de bom, como de mau. Mas Portugal ainda está cá, e não vai ser por uma crisezinha destas que vai deixar de estar. Por isso, deixem-se de idéias emigracionistas, pois vamos precisar de todos para levar a bom porto, o trabalho que tem que ser feito, para reparar os estragos que, ao longo de várias décadas, alguns incompetentes, traidores e bandidos fizeram a Portugal.

Armindo Cardoso

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Está bonito!

Várias coorporações de Bombeiros, espalhadas pelo País fora, á beira da falência, senão mesmo, falidas. Caso não se resolva a questão com a urgência que o assunto merece, estou mesmo a vêr o que vai acontecer, se não fôrmos consumidos pela crise, sê-lo-emos pelo fogo. Triste fado o nosso, logo agora que foi declarado património imaterial da humanidade.

Armindo Cardoso
Ironias da Política

Algumas portagens foram vandalizadas e já mereceu reunião do Ministro da Administração Interna, especialmente centrada na procura de soluções que travem o crime violento. Há anos, que os comerciantes de diversos ramos de negócio e a população em geral, são roubados, são vítimas de assaltos violentos, morrem ás mãos de gangs, alguns compostos por estrangeiros, e nunca ouvi, ou soube, que tivesse merecido, tal assunto, reunião destinada ao mesmo efeito: procurar soluções para travar o crime violento. São as ironias da política.
Armindo Cardoso

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011


Acerca das declarações do Vice-Presidente da Bancada do PS
Miguel Beleza diz que é para se esquecer e não ligar. Manuel Alegre diz que é preciso mais jovens com essa atitude irreverente e de protesto. Eu digo que não, nada disso, pelo contrário. Não só não devemos esquecer como não me parece uma atitude adequada a quem devia dar o exemplo aos nossos jovens. Foi na base de comportamentos desses, com o beneplácito das gerações anteriores, que temos hoje em dia uma falta de respeito instalada nas nossas escolas e na nossa vida social, bem como uma falta de responsabilidade existente para com os diversos actos que se cometem. Não é, de certeza, a melhor maneira de passarmos á gerações futuras, como nos devemos comportar. Protesto sim, quando não estamos de acôrdo com alguma coisa, mas não falta de respeito. Discussão democrática dos assuntos, é necessária, mas fugir ás responsabilidades assumidas, ainda para mais, quando fazemos parte de uma Nação, de um País, grupo, partido, ou do quer que seja que nos leva ou levou, através de sucessivos erros, aos problemas que requerem a nossa intervenção responsável, séria e honesta, não me parece exemplo a seguir.
Armindo Cardoso

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Será Loucura?

A loucura parece estar-se a espalhar no seio dos socialistas. Vem um e diz que pagar a dívida é coisa de crianças - claro que eu entendo o que quiz dizer -. Vem outro e diz que se deve ameaçar não pagar a dívida - também consigo entender -. Mas depois dizem que a dívida é para se pagar - o que também é de se perceber -. Bom, mas então em que é que ficamos? Devemos e pagamos, ou não devemos e não pagamos? A vêr se se põem de acôrdo. Quer dizer, pede-se dinheiro mais do que se pode pagar. Gasta-se mal e gere-se ainda pior - excepto para alguns - e depois diz-se que se deve ameaçar não pagar, ou é coisa de crianças? OK. Então proponho a todos os portugueses que comecem por não pagar o que devem ás finanças. Assim, de certeza, que não se vai ter dinheiro para se pagar o que se pediu e gastou, com a vantagem que ficará mais dinheiro para injectar na economia real. Estamos de facto a entrar numa era de loucura colectiva em que o honra, o dever, a seriedade, o cumprimento da palavra dada, e outras questões morais que sempre foram apanágio da nossa sociedade, já não fazem sentido.

Armindo Cardoso